Sou fogo... Fogo que fica ao relento na fogueira a esquentar corpos em volta!
Quero o amor... O amor dos bêbados que não sabem o que querem e mesmo assim querem com euforia.
Sou ausência e tenho presença. Vês como brilha meus olhos?
Acenda uma vela, coloque-a ao lado do seu travesseiro e, veja como é a minha dança quente...
Delicia-se no entrelaçar dos corpos que jamais se tocaram...!
(Chris)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Notícias Populares
Corre por ai uma conversa sem pé nem cabeça. Ou talvez tenha pé e cabeça, mas lhe falta o restante do corpo.
Toda água que corre a via é suja. Há quem goste de olhar pela janela a lambança que encarde os pés dos que passeiam em viadutos torpes.
A criança esconde seu sorriso mudo, infeliz. O pai transita facilmente entre um obstáculo e outro e nem sequer percebe que a bicicleta ao qual “carrega” está vazia.
O canto dos pássaros não soa com a mesma amplitude.
O choro da criança não ultrapassa cinco palmos diante da face.
É imundo... Todo o mundo!
A tecnologia não esconde o disfarce, não é disfarce; nunca foi.
A velocidade da via não desvia os trechos. PARE é inadmissível. Dizer “adeus”, outrora.
Um cenário inventado e a criança, agora menina, ganha gestos... Mudos!
A notícia se espalha, corre o mundo, pega carona. Previsão do tempo: Dia ensolarado com pancadas de chuvas em áreas isoladas... Ela entende o enunciado.
09 de novembro de um ano qualquer. Data a marcar o calendário. Dias a finco.
Saudades. Alguém sabe o que significa? Amar, amor, amar: Massinha de modelar em cores sortidas.
É pessoal. Meu e teu. Dela... E somente meu!
Vergonha! A criança não se preparou para este momento e, tem até fotos em exposição. Não, a vergonha não é dela, é tua!
Em todo tempo, só quis amor...
Palavras e palavras e mais uma nota no jornal.
Verdade... Onde estarás? Consegue sentir a brisa do pé de amora que te cerca ou ainda está longe dali? Onde é teu esconderijo senão nos lábios que te contam?
Lágrimas da menina que ainda dorme abraçando o travesseiro. Olhos em volta, nenhum movimento.
Mais uma pausa para o rodapé. Tome nota!
(Chris)
É como ser criança e brincar no balanço pendurado no alto da árvore. É como tocar o tempo e nunca acelerar as horas na ponta do relógio. É resolver equações de física enquanto se odeia a matemática. É observar a lógica da ilógica racional. É permitir-se ser homem quando o menino malandro quer dar um grito dentro de peito e consegue, e toma vazão. É querer e sonhar e acreditar nesse sonho, mesmo que seja um sonho solitário. É ver o mundo (o seu mundo) desmoronando e ainda assim, sorrir para o velhinho do outro lado da praça. É ter um anjo dentro de si que às vezes debate-se com um demônio de luvas brancas. É confessar-se ao padre sabendo que depois de ir embora, ele rirá aos montes. É cantar cantiga de roda sentado numa meia lua de céu estrelado. É não perceber a madrugada indo embora dando lugar a um lindo e caloroso dia por causa de uma conversa desmiolada. É ser simples. É ser fiel. É ser sonho e realidade. É ser amigo e ter um nome. É ser Thiago G-zuz!
(Chris)
(Chris)
É... A vida realmente parece um sonho quando tudo corre bem. E para onde vai o rio? Tente seguir as margens. Caminhe, corra de vez em quando (no mesmo ritmo da vida) e mergulhe algumas vezes, neste mesmo rio de caminho incerto convidativo, quando o suor descer pelo seu rosto ou essa mesma face, aparentar desalento...
A beleza só tem beleza quando enche os nossos olhos? Não. A beleza está no feio. No feio do mundo e dos olhos nus. O bonito está no teu mundo. No mundo que há dentro de você. Você vê conforme expele.
Pessoas são extraterrestres. Ninguém se entende. Ninguém consegue entender o outro e poucos se disponibilizam a este feito. Mas há quem se torna a exceção da regra e realmente são exceções, por diversos fatores. São pessoas raras, tão raras quanto à ceia de natal.
(À raridade da minha vida: ThiagoGZUZ - por Chris)
A beleza só tem beleza quando enche os nossos olhos? Não. A beleza está no feio. No feio do mundo e dos olhos nus. O bonito está no teu mundo. No mundo que há dentro de você. Você vê conforme expele.
Pessoas são extraterrestres. Ninguém se entende. Ninguém consegue entender o outro e poucos se disponibilizam a este feito. Mas há quem se torna a exceção da regra e realmente são exceções, por diversos fatores. São pessoas raras, tão raras quanto à ceia de natal.
(À raridade da minha vida: ThiagoGZUZ - por Chris)
Hoje eu me dei uma chance. Chance de pensar no que vale a pena. Naquilo que tenho feito e no que poderia fazer. É complicado como tudo aparece. As pessoas tentam ferir umas as outras sem nenhum motivo plausível ou que se justifique. Alias, há justificativa para fazer o que não é bom? Lá fora, muitas pessoas esbaldam-se em risos e ruídos. Aqui dentro o mundo é pequeno. É como se as paredes da casa quisessem me sugar. Sugar a pouca energia que ainda tenho. Tento levantar-me e onde está o chão? Já fui capaz de definir-me em vários âmbitos. Porque hoje não o faço? Divirto-me tanto com tantos personagens que sou. Quem realmente sou? Onde quero estar? Para onde vou? Oh puta (em relíquia) abandonas esse farvo de mel que me azeda o humor. Quero levantar outro vôo, mas vejo uma asa quebrada, precisando de cuidados. Onde curar-me? Eu sou a cura. A cura de que preciso. Sou os meus desejos e aquele a quem supro. Sou a magia. O mistério do homem verde na companhia do Sarça Ardente. O medo hoje me assusta. Mas lembro-me que o esfaqueei um dia. Onde estão minhas armas? As perdi no caminho da casa. Bom, ainda estão em casa. O processo então é simples: Procurar... Primeiro em baixo da cama. Onde meus companheiros me rodeiam. Ainda vejo uma margarida por lá. O cheiro do café não apetece minha fome. Estou canalizado? Não posso dissipar. Tenho “A Canção da Água da Fonte” para cuidar. Que eu grite “FODA-SE” e o mundo diga “AMÉM”. Que a minha força (eu sei que é minha) retorne aos meus braços. Está tudo muito difícil. Estou sendo traído por minha própria mente. A minha companheira de todas as horas. É uma provação? Não quero passar por ela, não quero. Mas sei que serei Aprovado. Pode demorar um dia, talvez dois. Mas resgato-me. Eu me conheço, tenho um bom coração. Será que por isso me enganei? Acreditar nas pessoas realmente vale a pena? Não, não vale. Ou vale, até então... Até que eu me decepcione outra vez. São todas errantes e confusas. Assim como eu (em poucas horas). Também me concedo o direito de errar. Mas não o direito de continuar errando. Eu quero a minha felicidade e a minha felicidade é a minha paixão. Que vá o mundo e fiquem os meus sonhos. Comerei, vestirei e serei eles em carne, alma e coração. Meu espírito o compõe e da o gás de que preciso. (Realmente preciso agora!). Nenhuma mulher, homem, criança, velho e solitário poderá ser a minha tela. Sou a minha própria arte. Meu próprio diretor. Eu me dirijo. Sei onde piso e por onde vou. O que faz falta? Sou a minha própria calma. Planejo e num segundo estou sorrindo. Não tenho tempo a perder. Literalmente, não tenho nada para perder. Sou uma constante busca e inúmeras realizações. Aprendo e aprendo rápido. Quando caio, não espero que vejam. Sou uma aurora, sempre mais forte a cada dia. Até os céus choram um dia. Não sou imortal, tenho um corpo que pode ser ferido. Mas possuo um templo sagrado e neste, ninguém entra sem o meu convite. Sou uma interrogação e a resposta de tudo que preciso. A vida me deu vários recursos. A vida me deu a possibilidade de viver. Recebi um “Não” hoje. Está certo, eu contava com isso. Mas, com tantas coisas e/ou pessoas já contei também que foram deferidos? Meu Deus! Que se vão embora todos os piolhos de minha cabeça. Eu nunca fui preso. Tenho meus pés no chão. Não sou ilusionista. Tenho visão de águia. Posso ir longe e eu quero ir além. Eu dou aulas, pessoas aprendem comigo e eu aprendo com pessoas. É um ciclo, um curso, um rio... Um avião pousou no meu braço esquerdo... E eu vou além. Agora estou pensando em um troço. Mas acho que vou chamar esse troço de coisa. Não, não, melhor chamar essa coisa de treco. Ou esse treco de troço? Não sei, acho que vou chamar esse troço de trem. É vou chamar de trem. É um trenzinho das 11. É o ultimo do sertão. Quem não pegar essa não vai mais... E o meu chapéu de coco? Alguém viu por ai? Tragam-me mais uma taça. Brindarei a vida e meus amigos (Tenho amigos? Devo ter... um ou dois... ou mais). E o cu continua no meio. O relógio acusa as horas e eu ainda aqui nessa masturbação mental. Não! Eu quero orgasmos plenos. Plenos de amor e poesia. É eu sou romântico. O diabo que tire o seu rabo da frente senão eu piso, estou passeando pelo jardim do amor! Eia! Que venha a canção. A canção e seus licores e o poeta. O poeta de vida que há em mim. Já não sou mais um vulto. Sou matéria, sou fiel e prazer. Pinto e reescrevo. Há quem goste e goze de amor... Tenho sede, me esmago em uvas para em vinho mergulhar... Revitalização!
(Chris)
(Chris)
Não há! Sempre haverá... Em outro tempo houve.
São danças, ritmos descompassados, choro, chuva, sol e luar.
Bailarinas cartomantes passeiam na madrugada.
Donas de cabaré fazem anúncio no jornal.
PROCURA-SE: (Um espaço em branco).
LEIA-SE: “Um não sei o quê de cá e além.”
Os ventos soam levemente e tocam o rosto do homem -
Um jovem e belo homem a observar o natural.
Pedem-se informações ao sigilo,
Ele oferece-lhes o caminho;
Caminho de ida e volta sem estadia.
Constante transformação!
Não haverá. “Liberdade” é o canto.
Ser ou não ser não é mais a questão.
“Tempo é vida.”
E viver não requer definições –
São versos soltos bailando na tempestade
De ser, ter e estar.
Outra vez aquele homem que toca os ventos
Que a todos tocam reaparece.
Intriga, encanta, chama, obtêm - detém.
É a cura. Oração de almas solitárias
E cálice.
Cálice de vinhos quentes em companhia à chama de uma vela - restaura.
Silêncio de vozes mudas e, o anúncio paira fronte à magia.
Pegadas na areia. Há inicio, meio e fim.
Não há estrelas-guias. Há palavras em uma carta em branco
E o rugir do cão cortando a madrugada.
A ponte transmite a caminhada
No compasso que o relógio esquece as horas.
A dança de uma nova canção escrita há séculos
Improvisa.
Faz do belo e jovem homem o ancião de vários anseios.
Castiga, maltrata, acaricia, abraça.
Manancial de vida, fonte desconcertante, contra-indicações;
O belo também pode parecer feio.
Afugentar-se de si mesmo. De medos e limitações.
Tornar-se leve. Amigo do livre arbítrio.
Emanar sensações. Conhecer novos (e todos – possíveis e indiscretos) prazeres.
Beber da água da vida doce e salgada, juntar sabores. Descobrir algo novo.
Conversar com a bonequinha de porcelana (esquecida ao lado da cama) e contar-lhe segredos.
Atribuir, atrair, trocar, crescer, evoluir, tocar as rosas e sentir suas respectivas essências.
- Disse o belo jovem homem, agora ancião, ao indagador em busca de informações.
Bailarinas cartomantes passeiam na madrugada.
Surpreendidas são, fronte a magia que as cercam.
De onde vem? Uma pergunta paira no ar.
Mas a frente, o poeta seja visto.
O vento que te toca, toca a mim também.
Todas sentem. Eis Um não sei o quê de cá e além...
(Chris)
São danças, ritmos descompassados, choro, chuva, sol e luar.
Bailarinas cartomantes passeiam na madrugada.
Donas de cabaré fazem anúncio no jornal.
PROCURA-SE: (Um espaço em branco).
LEIA-SE: “Um não sei o quê de cá e além.”
Os ventos soam levemente e tocam o rosto do homem -
Um jovem e belo homem a observar o natural.
Pedem-se informações ao sigilo,
Ele oferece-lhes o caminho;
Caminho de ida e volta sem estadia.
Constante transformação!
Não haverá. “Liberdade” é o canto.
Ser ou não ser não é mais a questão.
“Tempo é vida.”
E viver não requer definições –
São versos soltos bailando na tempestade
De ser, ter e estar.
Outra vez aquele homem que toca os ventos
Que a todos tocam reaparece.
Intriga, encanta, chama, obtêm - detém.
É a cura. Oração de almas solitárias
E cálice.
Cálice de vinhos quentes em companhia à chama de uma vela - restaura.
Silêncio de vozes mudas e, o anúncio paira fronte à magia.
Pegadas na areia. Há inicio, meio e fim.
Não há estrelas-guias. Há palavras em uma carta em branco
E o rugir do cão cortando a madrugada.
A ponte transmite a caminhada
No compasso que o relógio esquece as horas.
A dança de uma nova canção escrita há séculos
Improvisa.
Faz do belo e jovem homem o ancião de vários anseios.
Castiga, maltrata, acaricia, abraça.
Manancial de vida, fonte desconcertante, contra-indicações;
O belo também pode parecer feio.
Afugentar-se de si mesmo. De medos e limitações.
Tornar-se leve. Amigo do livre arbítrio.
Emanar sensações. Conhecer novos (e todos – possíveis e indiscretos) prazeres.
Beber da água da vida doce e salgada, juntar sabores. Descobrir algo novo.
Conversar com a bonequinha de porcelana (esquecida ao lado da cama) e contar-lhe segredos.
Atribuir, atrair, trocar, crescer, evoluir, tocar as rosas e sentir suas respectivas essências.
- Disse o belo jovem homem, agora ancião, ao indagador em busca de informações.
Bailarinas cartomantes passeiam na madrugada.
Surpreendidas são, fronte a magia que as cercam.
De onde vem? Uma pergunta paira no ar.
Mas a frente, o poeta seja visto.
O vento que te toca, toca a mim também.
Todas sentem. Eis Um não sei o quê de cá e além...
(Chris)
Amigo Querido
Além do meu carinho e amizade sincera, neste momento, minhas palavras são as mãos que podem lhe tocar. Idas e vindas levaram-me e trouxeram-me para perto de ti. Por algum tempo dediquei-me a decifrar o que havia por detrás das cortinas neste grande espetáculo que se faz a vida; dedicação em vão. Somente agora descobri que o teu amor jamais se esconderia de mim. Por saber que nada sei ao meu respeito ou do que me espera, deixo-te meu afeto transcrito nestas linhas para que saiba independente do som ou do silêncio das nuvens, que a sua presença em meu jardim das matrizes geram-me os mais sinceros sorrisos e alegria que pude sentir neste corpo que vos fala. Saudades, eis que sempre a terei de ti. Guarde-me, como a rosa branca a marcar páginas de um livro querido...
(Chris para ThiagoGZUZ)
(Chris para ThiagoGZUZ)
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